O ego faz parte da condição humana e, de certa maneira, pode motivar e colaborar para o melhor alcance de resultados. Apesar disso, quando um líder se deixa tomar pelo ego em proporções excessivas, seu papel de liderança fica afetado, impactando de forma negativa todos ao seu redor, bem como a própria empresa.

A forma mais adequada de combater situações como essa é se informar sobre quais podem ser os efeitos da relação entre o seu perfil e as funções exercidas dentro da empresa. Por isso, veja a seguir como o ego pode atrapalhar a liderança.

Tomada de decisão pode ser comprometida

Quando o ego se mistura com a liderança, um dos primeiros processos a sofrer com isso é o de tomada de decisão. Com o ego falando mais alto, é possível que o líder tome decisões que não sejam as melhores para a organização em si e, sim, para o seu próprio ego.

É o caso de um gestor de uma empresa que está em crise. Diante de uma decisão importante, ele pode seguir o caminho mais seguro e adequado para a situação da organização ou pode tomar o mais arriscado, que não tem embasamento em dados, mas que se der certo, pode destacá-lo entre os seus superiores.

Se o ego está presente nesse momento, há chances que o gestor tome uma decisão pensando nas consequências positivas para a sua própria imagem e não para a organização como um todo.

Perda de oportunidade

A liderança também pode agir equivocadamente no sentido de aproveitamento de oportunidade. Um líder com ego inflado tem mais chances de negar um projeto ou uma oportunidade pelo simples fato de não ter sido ele a sugerir.

Esse excesso de individualidade também faz com que o gestor queira controlar mais as informações e análises, minando a autonomia da equipe. A centralização também pode retardar as ações, deixando de se aproveitar o timing correto.

Comunicação e colaboração prejudicadas

Um líder cujo ego esteja inflado frequentemente é um líder com o qual as pessoas não conseguem se comunicar. Novas ideias não são ouvidas ou consideradas, porque ele não está preocupado em conhecer e discutir outros pontos de vida.

Nesse cenário, a comunicação fica mais verticalizada e o líder, mais inacessível. Como resultado, há menos engajamento e colaboração dos envolvidos, o que prejudica o trabalho de equipe. Há também problemas relacionados à questão da motivação e produtividade, já que colaboradores são menos estimulados pela liderança de maneira geral.

Menos aprendizado

Liderar também significa aprender de maneira colaborativa. Quando um líder age da maneira correta, ensina aos colaboradores e também aprende com eles, gerando um ciclo virtuoso que leva a melhor desempenho e mais satisfação.

Quando o ego afeta a liderança, entretanto, o profissional se sente acima de qualquer necessidade de conhecimento, atualização ou inovação. Isso cria menos colaboração, gera menos ideias e, em última análise, transforma negativamente o clima organizacional. Tudo isso afeta os resultados da empresa, que passa a dispor de menos produtividade, de menos resultados e, em geral, menos satisfação dos colaboradores.

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Referências: OSM Consulting, Revista HSM, Catho, OSM Consulting.

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